Metodologia
Como calculamos o LIS do ranking
A partir de 83 é Ótimo; de 67 a 82, Bom; de 50 a 66, Ok. O ranking público mostra quem fica em Ok ou acima.
O que o ranking mede
O ranking ordena os influenciadores de cada categoria pelo LIS, e não pelo número de seguidores. Seguidor não diz quem presta atenção; a reação de um decisor diz.
Os três sinais e os pesos
LIS = frequência (25%) + engajamento (25%) + decisores (50%). Decisores é a mediana, por post, dos decisores que reagem. Engajamento é a mediana de reações e comentários por post. Frequência é a média de posts por semana. A janela é dos últimos 3 meses.
Quem conta como decisor
C-levels, fundadores, sócios, presidentes, VPs, diretores, heads e superintendentes. Analistas, coordenadores e especialistas formam uma camada intermediária. Júniores, estudantes, estagiários, SDRs, BDRs, vendedores, assistentes, freelancers e perfis em busca de trabalho não contam. A classificação usa regras por cargo e, nos casos ambíguos, um modelo de linguagem.
Margem e empates
Com algumas centenas de reações, o percentual de decisores tem margem de cerca de 5 pontos. Por isso diferenças de LIS menores que 3 pontos aparecem como empate técnico, com a mesma posição, e só há subida ou descida quando o LIS mudou mais que isso.
Quem entra
Pessoas, não páginas de empresa, no Brasil, com pelo menos 3.000 seguidores, 4 posts nos últimos 30 dias, metade dos posts no tema da categoria e mediana de 30 reações por post. Cada pessoa aparece em uma categoria só. Uma revisão da equipe exclui venda agressiva de curso, conta suspeita e conflito de interesse. Nos dois primeiros meses de uma categoria, a janela é o que existir, e a edição diz que é uma estimativa inicial.
Privacidade
Só dados públicos do LinkedIn. Nomes de quem reage nunca aparecem: só agregados. Qualquer pessoa listada pode pedir a remoção, que acontece em até 7 dias, com exclusão dos dados coletados.